Defesa informa oito advogados autorizados a visitar o ex-presidente e cadastra ainda 12 colaboradores da rotina da residência onde ele cumprirá domiciliar temporária.

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, a relação dos profissionais autorizados a frequentar a residência onde ele cumprirá prisão domiciliar humanitária temporária. Na lista encaminhada à Corte aparecem oito advogados, entre eles o senador Flávio Bolsonaro e o ex-ministro Adolfo Sachsida, além de outros integrantes da equipe de defesa.
A prisão domiciliar foi autorizada por Moraes na terça-feira, 24 de março, pelo prazo inicial de 90 dias, contados a partir da alta médica de Bolsonaro. Na decisão, o ministro determinou que, ao fim desse período, haverá nova análise sobre a manutenção da medida, inclusive com possibilidade de perícia médica.
Segundo as regras fixadas pelo STF, os advogados poderão se reunir com o ex-presidente todos os dias, inclusive aos fins de semana e feriados, das 8h20 às 18h, sempre por 30 minutos e com agendamento prévio junto ao Complexo Penitenciário do 19º Batalhão da Polícia Militar. A decisão também proíbe Bolsonaro de usar celular, telefone ou qualquer outro meio de comunicação externa, direta ou indiretamente.
Além da equipe jurídica, a defesa também informou ao Supremo os nomes de 12 colaboradores que atuam na rotina da casa, entre seguranças, motoristas e outros profissionais, para fins de cadastramento e controle de acesso. A relação dos profissionais de saúde responsáveis pelo acompanhamento contínuo do ex-presidente, segundo a defesa, ainda será apresentada posteriormente.
As restrições impostas por Moraes também definem regras específicas para familiares. Os filhos Flávio, Carlos e Jair Renan poderão visitá-lo às quartas-feiras e aos sábados, em horários determinados, enquanto Michelle Bolsonaro, a filha e a enteada não precisam de autorização específica por residirem no mesmo local. Com isso, o entorno mais próximo de Bolsonaro passa a funcionar sob controle formal do STF durante o período inicial da domiciliar.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, a relação dos profissionais autorizados a frequentar a residência onde ele cumprirá prisão domiciliar humanitária temporária. Na lista encaminhada à Corte aparecem oito advogados, entre eles o senador Flávio Bolsonaro e o ex-ministro Adolfo Sachsida, além de outros integrantes da equipe de defesa.
A prisão domiciliar foi autorizada por Moraes na terça-feira, 24 de março, pelo prazo inicial de 90 dias, contados a partir da alta médica de Bolsonaro. Na decisão, o ministro determinou que, ao fim desse período, haverá nova análise sobre a manutenção da medida, inclusive com possibilidade de perícia médica.
Segundo as regras fixadas pelo STF, os advogados poderão se reunir com o ex-presidente todos os dias, inclusive aos fins de semana e feriados, das 8h20 às 18h, sempre por 30 minutos e com agendamento prévio junto ao Complexo Penitenciário do 19º Batalhão da Polícia Militar. A decisão também proíbe Bolsonaro de usar celular, telefone ou qualquer outro meio de comunicação externa, direta ou indiretamente.
Além da equipe jurídica, a defesa também informou ao Supremo os nomes de 12 colaboradores que atuam na rotina da casa, entre seguranças, motoristas e outros profissionais, para fins de cadastramento e controle de acesso. A relação dos profissionais de saúde responsáveis pelo acompanhamento contínuo do ex-presidente, segundo a defesa, ainda será apresentada posteriormente.
As restrições impostas por Moraes também definem regras específicas para familiares. Os filhos Flávio, Carlos e Jair Renan poderão visitá-lo às quartas-feiras e aos sábados, em horários determinados, enquanto Michelle Bolsonaro, a filha e a enteada não precisam de autorização específica por residirem no mesmo local. Com isso, o entorno mais próximo de Bolsonaro passa a funcionar sob controle formal do STF durante o período inicial da domiciliar.



